A PORTO VISUAL

A empresa

A partir da união de profissionais da área de Comunicação Visual de grandes empresas do mercado, formou-se a empresa Porto Visual.

Visando atender a crescente demanda de construção de fachadas e sinalização para empresas em diversos segmentos, a Porto Visual vem oferecer qualidade, preço diferenciado e agilidade no atendimento e entrega de produtos e serviços.

Com sede própria, situada na Rua da Estação, no Centro de Itaquera, São Paulo-SP, propomos ser o Porto para idéias inovadoras e que destaquem sua marca no mercado.

Criatividade, qualidade e excelência no atendimento fazem parte do nosso DNA.

Missão

Fidelizar clientes, atendendo com clareza e comprometimento.

Visão

Ser reconhecida no mercado como referência de empresa ética e comprometida com seus públicos (clientes, parceiros e colaboradores).

Valores

– Respeito com seus públicos
– Qualidade
– Organização
– Comprometimento
– Busca por novas tecnologias

NOSSO PASSADO QUE INSPIRA O PRESENTE E FUTURO DA PORTO VISUAL

 NOSSA HISTÓRIA

A inspiração

Em meados dos anos 80, com Jânio Quadros como prefeito de São Paulo, muitas restaurações de monumentos históricos da cidade foram feitas.

Sr. Alberto Jager Sliachticas, fazia parte da equipe de restauração contratada por Jânio Quadros.  Atuou, então, em restaurações de grandes monumentos.

Nos anos 90, Sr. Alberto ficou doente e logo veio a falecer. Meses após seu falecimento, sua esposa Dona Marta também adoecera e, alguns meses mais, também não suportara a doença.

Anos se passaram e, em 2010, um dos filhos de Sr. Alberto, finalmente idealiza um sonho antigo, de seguir os passos de seu pai, agora com seu próprio negócio.

Surge então a empresa Porto Visual.

Monumento à Amizade Sírio Libanês

O Monumento à Amizade Sírio Libanês é de autoria do artista italiano Ettore Ximenes, que fez a escultura em bronze e granito, sob encomenda da comunidade sírio-libanesa de São Paulo. No topo do monumento, há três figuras humanas em tamanho natural: uma mulher que representa a República brasileira e uma moça síria fazendo oferenda a um guerreiro indígena brasileiro.

Na parte inferior, o artista esculpiu um barco com homens fenícios, que representa o comércio. Também há figuras representando a descoberta das Ilhas Canárias por Haitam I e o ensino do alfabeto, além da penetração árabe no Brasil.

A primeira inauguração aconteceu em 1928, no Parque Dom Pedro. O monumento ficava em frente ao Palácio das Indústrias.

No dia 25 de Março de 1988, mudou-se para a Praça Ragueb Chohfi por decisão do prefeito Jânio Quadros, atendendo a um pedido da Univinco (União dos Lojistas da 25 de Março).

A inauguração contou com marcha de soldados e a presença de vários políticos. Entre eles, o secretário de Negócios, Cláudio Lembo, que estava representando o prefeito Jânio Quadros. O local escolhido foi a praça que ganhou o nome de um dos primeiros comerciantes da região da Rua 25 de Março. Nascido na Síria, Ragueb Chohfi (1892-1983) chegou ao Brasil em 1904, onde trabalhou como vendedor por 18 anos, até que abriu uma pequena loja na 25 de Março, em 1922.

(Fonte: blogs.estadao.com.br)

Arco dos Calabreses

Os Arcos dos Calabreses foram construídos entre 1885 e 1887, por artesãos imigrados da Calábria, com tijolos por eles mesmos fabricados. Esses 29 imponentes arcos foram descobertos na gestão do prefeito Jânio Quadros, eleito em 1985.
Edificados para servirem de muro de contenção da Rua da Assembléia com a Rua Jandaia, eles haviam desaparecido, soterrados pelo casario, que com o correr dos anos tomou conta da área.

Monumento à Independência

O Monumento à Independência do Brasil, também chamado de Monumento do Ipiranga ou Altar da Pátria, é um conjunto escultórico em granito e bronze. Localiza-se na cidade brasileira de São Paulo, às margens do Riacho do Ipiranga, no sítio histórico onde D. Pedro I, primeiro imperador do Brasil, proclamou a independência do país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, em 7 de setembro de 1822.

Foi idealizado e executado pelos italianos Ettore Ximenes, escultor, e Manfredo Manfredi, arquiteto, por ocasião do primeiro centenário da independência, e inaugurado ainda incompleto em 1922, tendo sido finalizado quatro anos mais tarde. É parte integrante do conjunto urbanístico do Parque da Independência, onde se encontra também o edifício-monumento erguido em 1890, que hoje abriga o Museu do Ipiranga, além da Casa do Grito.

Em sua cripta está instalada a Capela Imperial, construída em 1952 para abrigar os restos mortais de Dom Pedro I (embora o seu coração tenha ficado na Igreja da Lapa, no Porto), de sua primeira esposa, a imperatriz D. Leopoldina de Habsburgo, e também de sua segunda esposa, a imperatriz D. Amélia de Leuchtenberg.

Dom Pedro I e D. Amélia foram trasladados do Panteão dos Braganças em Lisboa, e D. Leopoldina foi transladada do Convento de Santo Antônio no Rio de Janeiro.

O conjunto é tombado nas três esferas do poder executivo.

Fonte: Wikipédia

Casarão da Brigadeiro

Rua Brigadeiro Luis Antônio, 47

Restauração realizada de Março a Novembro de 88, contratada pela Belas Artes Rio

Localizado na Rua Brigadeiro Luis Antônio – São Paulo – SP